forumadmin
28-04-2009, 05:32 AM
Comércio semana continuou tendências identificadas no final da semana anterior, os investidores em grande parte continuaram a enviar os recursos para a moeda de refúgio seguro, sendo que as suas preocupações eram com os possíveis riscos que se reforçaram durante o fim de semana com a afirmação de Barack Obama de que os tempos difíceis para a economia mundial ainda não terminou, e a confiança dos consumidores ainda não está restabelecida.
Na UE, os bancos centrais da região não conseguiram a unidade na elaboração de um conceito para o combate à recessão, o que resultou na continuação do sentimento negativo nos mercados bolsistas da Europa. Sob a pressão dessas expectativas negativas a cotação do euro na segunda-feira caiu para 1,2887, mas, em seguida, na terça-feira, tentou subir incentivado pelos dados sobre os ânimos na área econômica na Alemanha do instituto ZEW. Na quarta-feira, no entanto, a moeda única atingiu o mínimo de 5 semanas, em cerca de 1,2884.
É preciso assinalar ainda que o Banco Central do Canadá na terça-feira tomou a decisão de reduzir a taxa básica de juros para 0,25%, esta mudança tem provocou a queda de curto prazo da taxas do dólar canadense de até 1,2505, depois disso o par dólar/dólar canadense continuou a evoluir no corredor dos 1,2330-1,2440.
Demonstrado na última semana um forte crescimento a libra britânica iniciou a semana com acentuado declínio, devido que os traders na segunda e terça-feira estavam em posição de expectativa pela liberação dos dados do Orçamento da Grã-Bretanha, programada para a quarta-feira. Os dados confirmaram as expectativas negativas: o déficit orçamentário do ano fiscal de 2009-2010 será 175 bilhões de libras esterlinas (mais de 12 por cento do PIB do Reino Unido), já o déficit orçamentário do ano fiscal de 2008-2009 foi recorde em 90 bilhões de libras.
Um esforço para se livrar das libras, uma parte substancial dos traders começaram na quarta-feira vender a moeda urgentemente contra o euro e o franco suíço, que previa um forte crescimento das cotações dessas moedas.
Lembrando que nesse momento o franco suíço recuperou o seu recurso como uma moeda de refúgio, e isso lhe permitiu se fortalecer durante a semana quando preservou a situação econômica negativa.
A notícia complementar antidólar na quarta-feira veio com a declaração do ministro das Finanças dos EUA Tim Geytner de que a maioria dos bancos americanos acumulou mais capital do que o exigido, e isso, em sua opinião, pode conduzir a um novo declínio na demanda para o dólar como moeda de reserva mundial.
Durante a quinta e sexta-feira o euro continuou a subir na de confiança dos traders. Na quinta-feira, o papel positivo desempenhado pelos dados publicados pelo índice PMI para a produção e os setores de serviços na Alemanha e da UE, refletindo certa melhoria na economia da região.
Na sexta-feira, um bom apoio para o euro foram ainda os dados indicadores das condições empresariais do Meio empresarial do Instituto alemão IFO. As posições do dólar enfraqueceram ainda mais depois da quinta-feira foi informado sobre a diminuição no volume das vendas da moradia no mercado secundário, em março, a 3%, em vez da queda esperada de 1,5%. Como resultado, na sexta-feira, o euro registrou o máximo da semana de 1,3300.
A libra britânica enfraqueceu na sexta-feira após a notícia da diminuição do PIB da Grã-Bretanha, para o primeiro trimestre em 1,9% em vez das previsões de 1,5%, também teve impacto negativo sobre a cotação da libra a mensagem da agência internacional de rating Moody's sobre a possível desclassificação das notações da Grã-Bretanha devido à deterioração da situação financeira no país. Depois disso, a moeda britânica compensou a queda acentuada saltando com relação ao dólar diante do crescimento dos índices americanos e a divulgação de dados mostrando o declínio nas encomendas de bens duradouros para uso nos Estados Unidos (um decréscimo de 0,8% em vez dos 1,5%). O resultado foi o máximo da semana em cerca de 1,4772.
No que diz respeito ao iene japonês, não deixou de ser usado pelos traders como moeda de refúgio em épocas de condições adversas nos mercados de ações, e como resultado o iene continuo a se reforçar durante a semana.
Na quarta-feira a moeda japonesa ganhou apoio adicional após a publicação de dados indicando um abrandamento na redução das exportações japonesas, em Março de (-45,6%, em vez do previsto de -46,6%), foi um sinal de que a recessão poderá em breve chegar ao fundo, e a pior fase passará logo.
O mais importante avanço no sentido do reforço do iene veio na sexta-feira, depois da declaração do canal de Informação Nikkei English News que as autoridades japonesas vão impor restrições à admissível alavanca de câmbio utilizada na margem do comércio, o que poderia levar ao declínio na demanda pela moeda japonesa como uma fonte de financiamento de ativos altamente rentáveis. Como resultado, o par dólar/iene caiu na sexta-feira para um novo mínimo mensal em torno de 96,65.
O franco suíço também registrou fortalecimento máximo na sexta-feira, o par dólar/franco caiu para um mínimo mensal em cerca de 1,1348.
Na UE, os bancos centrais da região não conseguiram a unidade na elaboração de um conceito para o combate à recessão, o que resultou na continuação do sentimento negativo nos mercados bolsistas da Europa. Sob a pressão dessas expectativas negativas a cotação do euro na segunda-feira caiu para 1,2887, mas, em seguida, na terça-feira, tentou subir incentivado pelos dados sobre os ânimos na área econômica na Alemanha do instituto ZEW. Na quarta-feira, no entanto, a moeda única atingiu o mínimo de 5 semanas, em cerca de 1,2884.
É preciso assinalar ainda que o Banco Central do Canadá na terça-feira tomou a decisão de reduzir a taxa básica de juros para 0,25%, esta mudança tem provocou a queda de curto prazo da taxas do dólar canadense de até 1,2505, depois disso o par dólar/dólar canadense continuou a evoluir no corredor dos 1,2330-1,2440.
Demonstrado na última semana um forte crescimento a libra britânica iniciou a semana com acentuado declínio, devido que os traders na segunda e terça-feira estavam em posição de expectativa pela liberação dos dados do Orçamento da Grã-Bretanha, programada para a quarta-feira. Os dados confirmaram as expectativas negativas: o déficit orçamentário do ano fiscal de 2009-2010 será 175 bilhões de libras esterlinas (mais de 12 por cento do PIB do Reino Unido), já o déficit orçamentário do ano fiscal de 2008-2009 foi recorde em 90 bilhões de libras.
Um esforço para se livrar das libras, uma parte substancial dos traders começaram na quarta-feira vender a moeda urgentemente contra o euro e o franco suíço, que previa um forte crescimento das cotações dessas moedas.
Lembrando que nesse momento o franco suíço recuperou o seu recurso como uma moeda de refúgio, e isso lhe permitiu se fortalecer durante a semana quando preservou a situação econômica negativa.
A notícia complementar antidólar na quarta-feira veio com a declaração do ministro das Finanças dos EUA Tim Geytner de que a maioria dos bancos americanos acumulou mais capital do que o exigido, e isso, em sua opinião, pode conduzir a um novo declínio na demanda para o dólar como moeda de reserva mundial.
Durante a quinta e sexta-feira o euro continuou a subir na de confiança dos traders. Na quinta-feira, o papel positivo desempenhado pelos dados publicados pelo índice PMI para a produção e os setores de serviços na Alemanha e da UE, refletindo certa melhoria na economia da região.
Na sexta-feira, um bom apoio para o euro foram ainda os dados indicadores das condições empresariais do Meio empresarial do Instituto alemão IFO. As posições do dólar enfraqueceram ainda mais depois da quinta-feira foi informado sobre a diminuição no volume das vendas da moradia no mercado secundário, em março, a 3%, em vez da queda esperada de 1,5%. Como resultado, na sexta-feira, o euro registrou o máximo da semana de 1,3300.
A libra britânica enfraqueceu na sexta-feira após a notícia da diminuição do PIB da Grã-Bretanha, para o primeiro trimestre em 1,9% em vez das previsões de 1,5%, também teve impacto negativo sobre a cotação da libra a mensagem da agência internacional de rating Moody's sobre a possível desclassificação das notações da Grã-Bretanha devido à deterioração da situação financeira no país. Depois disso, a moeda britânica compensou a queda acentuada saltando com relação ao dólar diante do crescimento dos índices americanos e a divulgação de dados mostrando o declínio nas encomendas de bens duradouros para uso nos Estados Unidos (um decréscimo de 0,8% em vez dos 1,5%). O resultado foi o máximo da semana em cerca de 1,4772.
No que diz respeito ao iene japonês, não deixou de ser usado pelos traders como moeda de refúgio em épocas de condições adversas nos mercados de ações, e como resultado o iene continuo a se reforçar durante a semana.
Na quarta-feira a moeda japonesa ganhou apoio adicional após a publicação de dados indicando um abrandamento na redução das exportações japonesas, em Março de (-45,6%, em vez do previsto de -46,6%), foi um sinal de que a recessão poderá em breve chegar ao fundo, e a pior fase passará logo.
O mais importante avanço no sentido do reforço do iene veio na sexta-feira, depois da declaração do canal de Informação Nikkei English News que as autoridades japonesas vão impor restrições à admissível alavanca de câmbio utilizada na margem do comércio, o que poderia levar ao declínio na demanda pela moeda japonesa como uma fonte de financiamento de ativos altamente rentáveis. Como resultado, o par dólar/iene caiu na sexta-feira para um novo mínimo mensal em torno de 96,65.
O franco suíço também registrou fortalecimento máximo na sexta-feira, o par dólar/franco caiu para um mínimo mensal em cerca de 1,1348.