forumadmin
05-06-2009, 04:01 PM
O início da nova semana foi acompanhado pelo novo crescimento dos concorrentes no dólar diante do aumento da disposição dos investidores de arriscar em conseqüência das expectativas de recuperação da economia mundial. Apesar da noticia de que uma das maiores montadoras dos EUA, General Motors entrou com o pedido de falência, bem como a afirmação do Ministro das Finanças dos EUA Timothy Geytner, que durante a sua visita em Pequim, disse que ativos em dólar continuam a ser mais seguros, e que os EUA acreditam em um dólar forte, a venda da moeda americana continuou.
As afirmações das agências de notação de que não pretendem reduzir o rating dos Estados Unidos (AAA), também acabou com os receios que tomaram o mercado no início da semana passada.
Devido ao otimismo observado no mercado com relação à recuperação da economia mundial o dólar americano continuou seu declínio contra a maioria das outras moedas, bem como nos negócios de terça-feira.
No cenário do crescimento dos índices de valores e os preços do petróleo, o par euro/dólar rompeu a resistência de 1,43 e subiu para 1,4330. Já o par libra/dólar conseguiu subir até 1,6595. O par dólar/iene, no contexto das vendas dólar caiu para 95,31. O par dólar/franco caiu para um mínimo de cinco meses em 1,0589.
Segundo os analistas, uma maior pressão sobre o dólar americano também pode ter sido a declaração do Presidente da Rússia Dimitry Medvedev sobre a necessidade de uma nova moeda de reserva, o que ele fez durante a entrevista ao canal da televisão americana CNBC na terça-feira.
O Banco Central da Austrália, como já era previsto, deixou sem mudanças a taxa principal de juros em 3,00%, o que não influenciou significativamente no decorrer dos negócios.
No entanto, no meio da semana foi observado nos mercados o retorno dos investidores a certa cautela, o que, como assinalam os analistas serviu para alguns indicadores decepcionantes e a queda dos índices de fundos. Ao mesmo tempo, o preço do «ouro negro» também caiu acentuadamente, o que contou com ajuda da noticia vinda do Ministério da Energia dos EUA de que na última semana foi registrado o aumento nas reservas de petróleo do país em 2,9 milhões de barris.
Assim, após ter alcançado os principais concorrentes o dólar americano na quarta-feira muitos e novos máximos do mês (o euro/dólar subiu para 1,4337, bem como a cotação do par libra/dólar subiu para 1,6661), mudou o sentido dos negócios e a moeda americana foi capaz de reforçar significativamente a sua posição e quase nivelar por completo a sua queda ao longo dos últimos dias.
O discurso do presidente da Reserva Federal, Ben Bernanke, não contribuiu para uma significativa melhoria da confiança dos investidores. Bernanke disse que o governo não pode contrair empréstimos infinitamente para satisfazer a crescente demanda por seus recursos, e incitou os legisladores que se empenhem em reduzir o déficit orçamental, o que equivale a quase 2 trilhões de dólares.
Os dados sobre a alteração no número de empregados pela ADP, que precedeu a publicação do relatório para alterar o número de empregados no setor não agrícola da economia dos EUA mostrou que o número de postos de trabalho no setor privado da economia americana em maio sofreu uma redução de 532 mil. Além disso, dados sobre as encomendas da produção nos Estados Unidos para o mês de Abril e o índice da não-produção pelo Instituto de gestão (ISM), também foram piores do que as previsões dos economistas.
A cotação do par euro/dólar caiu para 1,4108, queda do dia que foi de quase 230 pontos. A cotação do par libra/dólar caiu mais de 400 pontos para 1,6240. A cotação do par dólar/franco subiu para 1,0745.
As moedas de matérias-primas também foram objeto de um golpe suficientemente forte. A cotação do dólar australiano/dólar americano caiu abaixo do valor 0,8 para 0,7931. A cotação do dólar neozelandês/dólar americano caiu para 0,6270. A cotação do dólar americano/dólar canadense atingiu o valor de 1,1124.
As afirmações das agências de notação de que não pretendem reduzir o rating dos Estados Unidos (AAA), também acabou com os receios que tomaram o mercado no início da semana passada.
Devido ao otimismo observado no mercado com relação à recuperação da economia mundial o dólar americano continuou seu declínio contra a maioria das outras moedas, bem como nos negócios de terça-feira.
No cenário do crescimento dos índices de valores e os preços do petróleo, o par euro/dólar rompeu a resistência de 1,43 e subiu para 1,4330. Já o par libra/dólar conseguiu subir até 1,6595. O par dólar/iene, no contexto das vendas dólar caiu para 95,31. O par dólar/franco caiu para um mínimo de cinco meses em 1,0589.
Segundo os analistas, uma maior pressão sobre o dólar americano também pode ter sido a declaração do Presidente da Rússia Dimitry Medvedev sobre a necessidade de uma nova moeda de reserva, o que ele fez durante a entrevista ao canal da televisão americana CNBC na terça-feira.
O Banco Central da Austrália, como já era previsto, deixou sem mudanças a taxa principal de juros em 3,00%, o que não influenciou significativamente no decorrer dos negócios.
No entanto, no meio da semana foi observado nos mercados o retorno dos investidores a certa cautela, o que, como assinalam os analistas serviu para alguns indicadores decepcionantes e a queda dos índices de fundos. Ao mesmo tempo, o preço do «ouro negro» também caiu acentuadamente, o que contou com ajuda da noticia vinda do Ministério da Energia dos EUA de que na última semana foi registrado o aumento nas reservas de petróleo do país em 2,9 milhões de barris.
Assim, após ter alcançado os principais concorrentes o dólar americano na quarta-feira muitos e novos máximos do mês (o euro/dólar subiu para 1,4337, bem como a cotação do par libra/dólar subiu para 1,6661), mudou o sentido dos negócios e a moeda americana foi capaz de reforçar significativamente a sua posição e quase nivelar por completo a sua queda ao longo dos últimos dias.
O discurso do presidente da Reserva Federal, Ben Bernanke, não contribuiu para uma significativa melhoria da confiança dos investidores. Bernanke disse que o governo não pode contrair empréstimos infinitamente para satisfazer a crescente demanda por seus recursos, e incitou os legisladores que se empenhem em reduzir o déficit orçamental, o que equivale a quase 2 trilhões de dólares.
Os dados sobre a alteração no número de empregados pela ADP, que precedeu a publicação do relatório para alterar o número de empregados no setor não agrícola da economia dos EUA mostrou que o número de postos de trabalho no setor privado da economia americana em maio sofreu uma redução de 532 mil. Além disso, dados sobre as encomendas da produção nos Estados Unidos para o mês de Abril e o índice da não-produção pelo Instituto de gestão (ISM), também foram piores do que as previsões dos economistas.
A cotação do par euro/dólar caiu para 1,4108, queda do dia que foi de quase 230 pontos. A cotação do par libra/dólar caiu mais de 400 pontos para 1,6240. A cotação do par dólar/franco subiu para 1,0745.
As moedas de matérias-primas também foram objeto de um golpe suficientemente forte. A cotação do dólar australiano/dólar americano caiu abaixo do valor 0,8 para 0,7931. A cotação do dólar neozelandês/dólar americano caiu para 0,6270. A cotação do dólar americano/dólar canadense atingiu o valor de 1,1124.