forumadmin
02-10-2009, 06:54 PM
A tendência ascendente do dólar não tem obstáculos visíveis para não se manter até o fim da semana: as previsões para os dados econômicos fundamentais não formam a base para que se restabeleça a confiança no mercado.
Na quinta, merece atenção a publicação do índice produtivo PMI da zona Euro e da Grã-Bretanha, as vendas a retalho na Alemanha e a taxa de desemprego nos países do Euro. Os Estados Unidos vão fornecer o índice das despesas de consumo privado, os pedidos iniciais de auxílio-desemprego, o índice ISM e as vendas pendentes de habitação.
Considerando as previsões para as vendas retalhistas alemãs (0,2% previsto, 0,7% significado anterior), pode-se supor que a queda do euro continuará, enquanto o índice da Nat'wide pode desacelerar o encarecimento da habitação na Grã-Bretanha afetando o câmbio da moeda nacional.
Na sexta, será divulgado o índice do preço de fabricante da zona do Euro, a Massa Salarial Não Agrícola nos EUA, os dados gerais da taxa de desemprego e do número de encomendas de produção nos Estados Unidos.
Apesar da previsão da Massa Salarial Não Agrícola ter sido alterada de 200 mil pessoas para 175 mil pessoas, a tendência negativa corrente junto com a taxa de desemprego crescente vão dar ao dólar mais um estímulo para confirmar o seu status de moeda de refúgio-seguro até o fim de semana.
Assim, o euro e a libra podem descer aos suportes de 1,4500 e 1,5750 respectivamente, com resistências de 1,4700 e 1,6150. O dólar/franco terá como objetivo fixar-se acima de 1,0400 com a próxima resistência de 1,0440. A movimentação do dólar/iene pode ser muito volátil: o nível de 90,50 pode servir de resistência mas, caso a procura para as moedas de abrigo seguro aumentem na sexta, o par pode testar o suporte de 89,00.
A semana que vem vai trazer as seguintes novidades: na terça, o Banco de Reserva da Austrália vai tomar uma decisão relativa à taxa de juro básica - que pode ficar inalterada no nível de 3,00%.
Os EUA irão divulgar as Reservas nos Inventários de vendas em atacado e o saldo da balança comercial. O Banco Central Europeu também vai determinar a sua taxa de juro: levando em consideração que, na quarta, o índice do preço consumidor na zona do Euro mostrou em setembro desaceleração, o BCE não precisou aumentar a taxa de desconto. Segundo os peritos, a taxa vai manter ao nível corrente de 1,00%.
Entre outras notícias da zona Euro convém mencionar a publicação das vendas a retalho, do PIB e dos índices PMI.
A decisão sobre a taxa de juro básica do Banco da Inglaterra, também será publicada na semana futura, esperando sua conservação no nível de 0,50%. Na Grã-Bretanha, são importantes os dados do setor secundário, o saldo da balança comercial e a inflação do preço de fabricante.
No que diz respeito à movimentação dos instrumentos básicos, caso o dólar continue se fortalecendo até o fim de semana, a tendência pode continuar no início da nova semana de negociação. Neste contexto, o euro pode oscilar na faixa de 1,4450-1,4740, a libra vai negociar entre 1,5750 e 1,6200. O dólar/franco vai tentar superar 1,0400 com a resistência mais próxima de 1,0440 e a movimentação do dólar/iene será limitada por 90,50 e 89,20.
Na quinta, merece atenção a publicação do índice produtivo PMI da zona Euro e da Grã-Bretanha, as vendas a retalho na Alemanha e a taxa de desemprego nos países do Euro. Os Estados Unidos vão fornecer o índice das despesas de consumo privado, os pedidos iniciais de auxílio-desemprego, o índice ISM e as vendas pendentes de habitação.
Considerando as previsões para as vendas retalhistas alemãs (0,2% previsto, 0,7% significado anterior), pode-se supor que a queda do euro continuará, enquanto o índice da Nat'wide pode desacelerar o encarecimento da habitação na Grã-Bretanha afetando o câmbio da moeda nacional.
Na sexta, será divulgado o índice do preço de fabricante da zona do Euro, a Massa Salarial Não Agrícola nos EUA, os dados gerais da taxa de desemprego e do número de encomendas de produção nos Estados Unidos.
Apesar da previsão da Massa Salarial Não Agrícola ter sido alterada de 200 mil pessoas para 175 mil pessoas, a tendência negativa corrente junto com a taxa de desemprego crescente vão dar ao dólar mais um estímulo para confirmar o seu status de moeda de refúgio-seguro até o fim de semana.
Assim, o euro e a libra podem descer aos suportes de 1,4500 e 1,5750 respectivamente, com resistências de 1,4700 e 1,6150. O dólar/franco terá como objetivo fixar-se acima de 1,0400 com a próxima resistência de 1,0440. A movimentação do dólar/iene pode ser muito volátil: o nível de 90,50 pode servir de resistência mas, caso a procura para as moedas de abrigo seguro aumentem na sexta, o par pode testar o suporte de 89,00.
A semana que vem vai trazer as seguintes novidades: na terça, o Banco de Reserva da Austrália vai tomar uma decisão relativa à taxa de juro básica - que pode ficar inalterada no nível de 3,00%.
Os EUA irão divulgar as Reservas nos Inventários de vendas em atacado e o saldo da balança comercial. O Banco Central Europeu também vai determinar a sua taxa de juro: levando em consideração que, na quarta, o índice do preço consumidor na zona do Euro mostrou em setembro desaceleração, o BCE não precisou aumentar a taxa de desconto. Segundo os peritos, a taxa vai manter ao nível corrente de 1,00%.
Entre outras notícias da zona Euro convém mencionar a publicação das vendas a retalho, do PIB e dos índices PMI.
A decisão sobre a taxa de juro básica do Banco da Inglaterra, também será publicada na semana futura, esperando sua conservação no nível de 0,50%. Na Grã-Bretanha, são importantes os dados do setor secundário, o saldo da balança comercial e a inflação do preço de fabricante.
No que diz respeito à movimentação dos instrumentos básicos, caso o dólar continue se fortalecendo até o fim de semana, a tendência pode continuar no início da nova semana de negociação. Neste contexto, o euro pode oscilar na faixa de 1,4450-1,4740, a libra vai negociar entre 1,5750 e 1,6200. O dólar/franco vai tentar superar 1,0400 com a resistência mais próxima de 1,0440 e a movimentação do dólar/iene será limitada por 90,50 e 89,20.