professor_1
14-01-2010, 11:48 AM
Na quarta o euro e a libra tentaram reforçar frente ao americano, mas foi apenas a moeda britânica que conseguiu o melhor resultado.
Em particular, o membro da Comissão da política monetária do Banco da Inglaterra Andrew Sentance afirmou que os 200 biliões de libras lançados na economia britânica em quadros da flexibilização quantitativa, a baixa da taxa de juros principal até o nível recorde de 0,5% e as modificações fiscais deram o apoio considerável para a economia nacional. Alem disso, o executivo mencionou a amplificação planejada do programa de aquisição dos ativos. Porém, a estatística revelou alguns problemas: a produção industrial do país aumentou em 0,4% (previsão 0,3%), enquanto a transformadora manteve inalterada frente ao crescimento esperado de 0,2%. Todavia a libra esterlina, abrindo a o suporte de 1,6150 (mínimo 1,6134), começou a ganhar território e a seguir bateu 1,62 e atualizou a sua maior alta semanal de 1,6305. Convém mencionar, que a moeda terminou a sessão perto de 1,6270.
A unidade monetária européia enfraqueceu após a publicação do PIB alemão:-0,5% frente ao prognóstico de -4,8% e o significado anterior de 1,3% (mínimo de dia 1,4462). Pois, a volatilidade baixa retornou o apetite por risco, permitindo que o euro atualizasse o máximo semanal de 1,4578. Mas o desejo de correr risco não durou muito tempo: como consequência se tornou novamente abaixo de 1,45. Portanto, o rival europeu do dólar ganhou o apoio da Reserva Federal. O relatório econômico (Livro Bege) revelou apenas um avanço pequeno nas regiões americanas, e, de acordo com o Tesouro dos EUA, o défice orçamental do país em dezembro constituiu 91,8 biliões de dólares. Após os números indicados o euro conseguiu superar 1,45, onde terminou o pregão.
O dólar/iene subiu do mínimo 90,89 para a resistência de 91,50 (máximo 91,54), perto do qual acabou a sessão. A maior alta e a maior baixa do dólar/franco constituiram 1,0217 e 1,0136 respetivamente, pois, no final da quarta o USD/CHF cotava a 1,0180.
Em particular, o membro da Comissão da política monetária do Banco da Inglaterra Andrew Sentance afirmou que os 200 biliões de libras lançados na economia britânica em quadros da flexibilização quantitativa, a baixa da taxa de juros principal até o nível recorde de 0,5% e as modificações fiscais deram o apoio considerável para a economia nacional. Alem disso, o executivo mencionou a amplificação planejada do programa de aquisição dos ativos. Porém, a estatística revelou alguns problemas: a produção industrial do país aumentou em 0,4% (previsão 0,3%), enquanto a transformadora manteve inalterada frente ao crescimento esperado de 0,2%. Todavia a libra esterlina, abrindo a o suporte de 1,6150 (mínimo 1,6134), começou a ganhar território e a seguir bateu 1,62 e atualizou a sua maior alta semanal de 1,6305. Convém mencionar, que a moeda terminou a sessão perto de 1,6270.
A unidade monetária européia enfraqueceu após a publicação do PIB alemão:-0,5% frente ao prognóstico de -4,8% e o significado anterior de 1,3% (mínimo de dia 1,4462). Pois, a volatilidade baixa retornou o apetite por risco, permitindo que o euro atualizasse o máximo semanal de 1,4578. Mas o desejo de correr risco não durou muito tempo: como consequência se tornou novamente abaixo de 1,45. Portanto, o rival europeu do dólar ganhou o apoio da Reserva Federal. O relatório econômico (Livro Bege) revelou apenas um avanço pequeno nas regiões americanas, e, de acordo com o Tesouro dos EUA, o défice orçamental do país em dezembro constituiu 91,8 biliões de dólares. Após os números indicados o euro conseguiu superar 1,45, onde terminou o pregão.
O dólar/iene subiu do mínimo 90,89 para a resistência de 91,50 (máximo 91,54), perto do qual acabou a sessão. A maior alta e a maior baixa do dólar/franco constituiram 1,0217 e 1,0136 respetivamente, pois, no final da quarta o USD/CHF cotava a 1,0180.