professor_1
25-01-2010, 11:36 AM
Embora a moeda americana tivesse uma alta forte na semana passada devido aos rumores da demissão provável da chanceler alemã Angela Merkel junto com a depressão contínua do sistema financeiro grego, na segunda-feira o dólar suspendeu seu reforço, se calhar, por causa da data nacional americana, o Dia de Martin Luther King, portanto tomou a ofensiva em todas as frentes na terça.
Os rivais do dólar mantinham, como na semana passada, sobre a pressão do défice orçamental grego. Além disso, a maioria dos dados fundamentais europeus se tornaram pessimistas, em particular, os índices do Instituto alemão ZEW, enquanto os americanos (as compras das obrigações americanas pelos investidores estrangeiros e a inflação dos preços do produtor) agradaram os bolsistas.
Convém mencionar que o maior salto do dólar teve lugar em meados da semana, segundo os peritos, por causa dos bancos comercias da China que pudessem suspender seus créditos. Pois, os índices de ações asiáticos se dirigiram para baixo junto com os câmbios de outros ativos de alta rentabilidade, a seguir os mercados europeus e mais tarde os americanos enfrentaram o mesmo cenário.
Na quinta-feira o dólar continuou apreciando. No início do dia as cotações das divisas européias mantinham por inércia baixando, apesar dos dados positivos dos índices PMI da zona Euro e da Alemanha e o relatório mensal do BCE de janeiro. O pregão europeu trouxe sorte apenas aos traders que negociavam contra a libra esterlina – no contexto da baixa do agregado monetário M4 e o crescimento do défice orçamental (volume dos fundos emprestados do Estado) até 15,7 biliões de libras, a moeda britânica de fato despencou para o nível lamentável de 1,6123, mantendo abaixo de 1,6240 até o final da sessão. Ao mesmo tempo o euro desceu para 1,4028, o franco enfraqueceu até 1,0494.
Além disso, a quinta pode ficar na memória como o dia do iene. Em particular, no decorrer da sessão americana, o Presidente dos EUA Barack Obama abordou na sua intervenção os planos futuros duma regulação mais rígida do setor monetário e de crédito do país, em particular, as medidas são orientadas para limitar a atividade das instituições bancárias comercias. Pois, o endurecimento da política financeira tem como objetivo de reduzir o volume de operações de risco e a prevenção da reincidência da crise financeira. É razoável, que essas palavras do Obama resultaram em que os investidores se apressaram para retirar seus capitais dos instrumentos de alto risco para os transferir nos ativos da moeda japonesa, menos rentável, mas mais segura. Foi a reação que provocou a consolidação brusca do iene: pois, dentro de menos de 2 hores os investidores, dominados pelo pânico, conseguiram elevar o iene de 91,70 para 90,10.
No final da semana, segundo as previsões dos analistas da FOREX CLUB, as moedas européias restabeleceram-se um pouco das perdas recentes frente ao dólar. Primeiro, apoiaram os instrumentos do Velho Mundo as encomendas à indústria na UE (+1,60%), segundo, as vendas intensas do dólar causadas pelas palavras do presidente americano sobre o nova regulação da política monetária que resultaram nos receios relativo à redução das entradas de investimentos aos EUA. Pois, é provável que a intervenção do Barack Obama junto com numerosas interpretações dela possam suspender o reforço do dólar, ou mesmo inverter seu curso.
Entre as européias foi a moeda britânica que teve menos sorte. Pregaram uma peça na libra os dados fundamentais: as vendas a retalho da Grã-Bretanha aumentou apenas em 0,3% frente à previsão de 1,1%. Como consequência a libra atualizou o mínimo semanal de 1,6076, abrindo o caminho para descer mais. O iene, por sua vez, como a moeda de refúgio-seguro ficou muito mais procurada pelos investidores devido as vendas maciças da moeda americana e aos receios do entravamento econômico da China por causa de endurecimento provável da política monetária do país. Finalmente, a maior alta da moeda japonesa constituiu 89,77 ienes por 1USD – um verdadeiro problema para Naoto Kan, o ministro das Finanças do Japão, que prefere pressionar a moeda nacional em favor dos exportadores e fabricantes dos autos e eletrodomésticos.
Os rivais do dólar mantinham, como na semana passada, sobre a pressão do défice orçamental grego. Além disso, a maioria dos dados fundamentais europeus se tornaram pessimistas, em particular, os índices do Instituto alemão ZEW, enquanto os americanos (as compras das obrigações americanas pelos investidores estrangeiros e a inflação dos preços do produtor) agradaram os bolsistas.
Convém mencionar que o maior salto do dólar teve lugar em meados da semana, segundo os peritos, por causa dos bancos comercias da China que pudessem suspender seus créditos. Pois, os índices de ações asiáticos se dirigiram para baixo junto com os câmbios de outros ativos de alta rentabilidade, a seguir os mercados europeus e mais tarde os americanos enfrentaram o mesmo cenário.
Na quinta-feira o dólar continuou apreciando. No início do dia as cotações das divisas européias mantinham por inércia baixando, apesar dos dados positivos dos índices PMI da zona Euro e da Alemanha e o relatório mensal do BCE de janeiro. O pregão europeu trouxe sorte apenas aos traders que negociavam contra a libra esterlina – no contexto da baixa do agregado monetário M4 e o crescimento do défice orçamental (volume dos fundos emprestados do Estado) até 15,7 biliões de libras, a moeda britânica de fato despencou para o nível lamentável de 1,6123, mantendo abaixo de 1,6240 até o final da sessão. Ao mesmo tempo o euro desceu para 1,4028, o franco enfraqueceu até 1,0494.
Além disso, a quinta pode ficar na memória como o dia do iene. Em particular, no decorrer da sessão americana, o Presidente dos EUA Barack Obama abordou na sua intervenção os planos futuros duma regulação mais rígida do setor monetário e de crédito do país, em particular, as medidas são orientadas para limitar a atividade das instituições bancárias comercias. Pois, o endurecimento da política financeira tem como objetivo de reduzir o volume de operações de risco e a prevenção da reincidência da crise financeira. É razoável, que essas palavras do Obama resultaram em que os investidores se apressaram para retirar seus capitais dos instrumentos de alto risco para os transferir nos ativos da moeda japonesa, menos rentável, mas mais segura. Foi a reação que provocou a consolidação brusca do iene: pois, dentro de menos de 2 hores os investidores, dominados pelo pânico, conseguiram elevar o iene de 91,70 para 90,10.
No final da semana, segundo as previsões dos analistas da FOREX CLUB, as moedas européias restabeleceram-se um pouco das perdas recentes frente ao dólar. Primeiro, apoiaram os instrumentos do Velho Mundo as encomendas à indústria na UE (+1,60%), segundo, as vendas intensas do dólar causadas pelas palavras do presidente americano sobre o nova regulação da política monetária que resultaram nos receios relativo à redução das entradas de investimentos aos EUA. Pois, é provável que a intervenção do Barack Obama junto com numerosas interpretações dela possam suspender o reforço do dólar, ou mesmo inverter seu curso.
Entre as européias foi a moeda britânica que teve menos sorte. Pregaram uma peça na libra os dados fundamentais: as vendas a retalho da Grã-Bretanha aumentou apenas em 0,3% frente à previsão de 1,1%. Como consequência a libra atualizou o mínimo semanal de 1,6076, abrindo o caminho para descer mais. O iene, por sua vez, como a moeda de refúgio-seguro ficou muito mais procurada pelos investidores devido as vendas maciças da moeda americana e aos receios do entravamento econômico da China por causa de endurecimento provável da política monetária do país. Finalmente, a maior alta da moeda japonesa constituiu 89,77 ienes por 1USD – um verdadeiro problema para Naoto Kan, o ministro das Finanças do Japão, que prefere pressionar a moeda nacional em favor dos exportadores e fabricantes dos autos e eletrodomésticos.